terça-feira, 24 de abril de 2012

Criolo na parede

Sabe aquela fase de quando você coleciona algumas muitas coisas de algum artista ou ator/atriz? Poisé, eu nunca tive. Acho que estou tendo isso agora. É verdade, agora, com 22 anos.
 
Desde a época do Criolo Doido, eu já ouvia falar e escutava algumas músicas do cara, mas sem achar ele tão bom como hoje. Eu, em toda minha adolescência ouvindo desde 509-E a Clã Nordestino, ainda não tinha visto ninguém explodir tão rápido como ele. Mas essa percepção é minha né, pra ele demorou um pouco, porque o cara já tem 23 anos no rap.
 
Criolo, durante show em Recife
Muita gente diz que ele fez esse cd "Nó na Orelha" pra vender mais, hahaha, quanta ignorância. Eu não penso isso. Foi do tempo em que o rap era uma revolução armada de palavras contra o sistema em uma batida pesadíssima. Sim, eu já escutei e curti muito Facção Central, Ndee Naldinho e por ai vai. Os caras fazem parte da história do rap no Brasil, mas as coisas vão se transformando e ganhando novas formas.
 
Pensava que um dia poderia assistir o show dele, mas achava que ia demorar tanto... e no último carnaval de Recife, assisti. Bem louco, é sem noção no palco, sem comparação com qualquer outro show que eu já tinha visto.
 
A revista Trip sobre educação traz ele em uma das capas, e dentro vem um pôster gigante do cara. Tá lá, no meu quarto, esperando uma moldura pra ficar pendurado pro resto da vida.

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